polícia, o porteiro contou que, enquanto Queiroz esperava na cancela, ele acionou o interfone e foi atendido por “Seu Jair”, que autorizou a entrada.

Anotou o endereço no livro de registro, como de praxe, e abriu a cancela.

Ao observar pelas câmeras de segurança que o carro não seguiu para o número 58, mas para o 65, falou pela segunda vez com “Seu Jair”, que, sempre de acordo com o depoimento do porteiro, disse que sabia do desvio.

Confrontado com uma gravação do diálogo arquivado no computador do condomínio, em que não havia nem menção casa 58, nem comunicação com “Seu Jair” e nem mesmo registro da sua voz - o porteiro que fala tem outro tom -, Alberto Mateus insistiu na sua versão do acontecido, sem explicar a discrepância.

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Originalmente Publicado: 8 de Novembro de 2019 às 07:20

Fonte: Diariodocentrodomundo.com.br