O Ministério da Economia elevou nesta terça-feira a sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto de 2,32% para 2,40% em 2020.

Para o ano de 2019, cujo resultado ainda não foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a previsão da área econômica de crescimento passou de 0,90% para 1,12%. O mercado financeiro, por sua vez, estima uma alta de 1,17% para o PIB de 2019, de 2,3% para 2020 e de 2,5% para 2021.

Segundo o estudo da Secretaria de Política Econômica, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, a expectativa para este ano passou de 3,53% para 3,62%. A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%. A meta de inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional.

No ano passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a inflação oficial do Brasil, fechou em 4,31%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4,25%. Foi a maior inflação anual desde 2016.

A expectativa de que a dívida avance para 78% do PIB, em 2022, e recue nos anos seguintes.

“Ao longo de 2020, a nossas estimativas de que flutuará, com pequena elevação, alguns meses com pequena redução, mas não ultrapassará 80% do PIB temos uma trajetória declinante para dívida bruta em percentual do PIB”, informou.

De acordo com ele, o esforço fiscal necessário para estabilizar a dívida está menor do que o governo previa anteriormente, de um superávit primário de 2% do PIB. Segundo ele, esse valor recuou para cerca de 1% do PIB. Waldery Rodrigues acrescentou, porém, que o governo não pode abandonar a agenda de “Consolidação fiscal” e de reformas econômicas.

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Originalmente Publicado: 14 de Janeiro de 2020 às 11:29

Fonte: Globo