BRASÍLIA - A escolha do general Walter Souza Braga Netto para chefiar a Casa Civil marca um momento de guinada nas relações internas do Palácio do Planalto e na atuação do governo de Jair Bolsonaro.

Ramos afirmou ao GLOBO ter boa relação com Onyx Lorenzoni, que deixa a Casa Civil para ir para a Cidadania no lugar de Osmar Terra, que retornará Câmara dos Deputados.

E o que o presidente quer O político tem que pensar em política.

Bolsonaro só oficializou a ida de Braga Netto para o posto depois de ouvir o comandante do Exército, Edson Pujol, e o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.

A avaliação no Planalto que, diante da liberdade de Braga Netto na pasta, os atuais servidores estão preocupados.

Ao comentar as últimas mudanças que fez em sua equipe numa transmissão pelas redes sociais, na quinta-feira, o presidente Bolsonaro tratou as trocas como uma “Pequena reforma ministerial”.

Além dos seis ministros que tem origem nas Forças Armadas e de Oliveira, o governo tem ainda outros dois integrantes do primeiro escalão que tiveram parte de suas carreiras desenvolvidas como militares: Tarcísio de Freitas e Wagner Rosário.

Este artigo foi resumido em 78%

Originalmente Publicado: 14 de Fevereiro de 2020 às 08:06

Fonte: Globo