Segundo a revista, o repórter Hugo Marques e o repórter fotográfico Cristiano Mariz estavam tentando localizar o fazendeiro Leandro Abreu Guimarães, testemunha que pode ajudar a dar informações sobre a morte do ex-capitão Adriano da Nóbrega, em Esplanada.

O gravador do jornalista, com entrevistas feitas ao longo da semana sobre a operação que terminou com a morte do ex-capitão, foi apreendido pela PM, diz a Veja.

“Uma morte cujas circunstâncias e motivações são cercadas de dúvidas impõe que o rabalho da imprensa seja livre de sanções, para um melhor acompanhamento das investigações e divulgação dos fatos. O ocorrido com os dois jornalistas da Veja só ajuda a alimentar as suspeitas de que há mais a se informar do que foi até agora revelado”, diz o Sinjorba, que finaliza exigindo uma retratação do Governo do Estado e “Uma mudança de postura dos agentes policiais para que cessem os abusos contra o trabalho da imprensa na Bahia”.

Leandro Abreu o fazendeiro que escondeu o ex-capitão em Esplanada e uma das últimas pessoas que o viu com vida.

“Sobre a lesão arredondada na face anterior do corpo de Adriano, trata-se de equimose, não uma queimadura. uma lesão contundente, obviamente feita com algo arredondado, que pode ter sido ativamente ou passivamente comprimido contra o corpo”, diz trecho da nota, sem detalhar o que teria causado o ferimento.

Os peritos ouvidos afirmam que os ferimentos foram feitos a curta distância, o que negado pela SSP. Matéria da VejaA revista Veja publicou imagens que revelam que Adriano da Nóbrega foi abatido com tiros disparados a curta distância.

“Pode ter sido um disparo após a vítima ter caído no chão, porque a imagem me sugere ser de baixo para cima, da direita para a esquerda, em quase 45 graus. Esse disparo pode ser o que o povo chama de ‘confere’", afirmou.

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Originalmente Publicado: 14 de Fevereiro de 2020 às 16:20

Fonte: Correio24horas.com.br