Como funciona tal regulamento? E por que o PSG, que fez contratações recordes nos últimos anos financiado por um grupo do Catar, não foi punido? Manchester City irá recorrer ao TAS para tentar diminuir punição ou ser absolvido - Foto: Reuters.

Ele foi um dos responsáveis por adaptar a prática do Fair Play Financeiro usado na Europa para o Profut, o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro.

No caso do City, seu proprietário, o Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, da família que governa Abu Dhabi, estava financiando o patrocínio anual de 67,5 milhões de libras da camisa, estádio e as divisões de base através da Etihad Airways, companhia aérea de seu país.

A Uefa comunicou que abriu investigação contra o PSG por suposta fraude no Fair Play Financeiro em setembro de 2017.

A reportagem cita que o juiz português José Narciso da Cunha Rodrigues, o mesmo responsável pela punição ao City, chegou a produzir um relatório que atestava que houve “Aplicação errônea das regras por parte do investigador-chefe”, o belga Yves Leterme.

Neymar e presidente do PSG, Nasser Al-Khelai: clube francês também foi investigado, mas se livrou de punição - Foto: AFP. A Uefa tentou reabrir o processo, mas o PSG foi ao TAS e alegou “Erro de procedimento”, e o caso foi encerrado.

Quando foi feita a análise foi feita em cima do PSG, foi apresentado um plano mostrando que o patrocínio não atingia o valor total nem o potencial de receita.

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Originalmente Publicado: 14 de Fevereiro de 2020 às 21:06

Fonte: Globo