A menina americana Keira Cunningham tinha oito anos de idade e era uma dedicada cheerleader mirim quando, em setembro de 2017, sofreu uma hemorragia cerebral que a deixou parcialmente paralisada.

Mas, no mês passado, aos 10 anos de idade e depois de mais de dois anos de um longo processo de recuperação, Kiki, como chamada por familiares e amigos, voltou às quadras em uma apresentação ao lado das antigas colegas na equipe de cheerleaders, desta vez em uma cadeira de rodas.

Segundo a médica Ruth Alejandro, que supervisionou o tratamento e a recuperação de Kiki no Hospital Infantil Blythedale, no condado de Westchester, em Nova York, para onde a menina foi transferida após um mês, cerca de 3% de todos os pacientes com malformação arteriovenosa cerebral são crianças.

Lauren lembra que, ao iniciar o tratamento no hospital Blythedale, a família foi alertada de que o processo de recuperação seria lento.

Lauren conta que, durante todo o tempo em que Kiki esteve hospitalizada, a técnica e as colegas da equipe de animadoras de torcida a visitaram.

“Quando a nova temporada estava para começar, perguntei o que achavam da ideia de Kiki retornar, mas em sua cadeira de rodas, e eles ficaram empolgados”, afirma.

Segundo a mãe, Kiki diz que bom estar de volta, apesar de ser difícil saber que era ser capaz de fazer as rotinas de pé e pular.

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Originalmente Publicado: 2 de Março de 2020 às 12:44

Fonte: Uol.com.br