Os jogadores de futebol das equipes brasileiras recusaram nesta quarta-feira a nova proposta de redução salarial formulada pela Comissão Nacional de Clubes.

A oferta anterior do CNC era por férias coletivas de 20 dias com início imediato, ainda no fim deste mês de março.

Os atletas, porém, querem 30 dias, com início apenas em 1º de abril e com o pagamento integral do período e mais o terço constitucional até o dia 4 de maio.

O comunicado da Fenapaf estabelece a exigência da licença remunerada de dez dias entre o Natal e Ano Novo e a obrigação do recebimento até 7 de abril do salário e da parcela de direitos de imagem referente ao mês de março.

O pedido dos jogadores para que a CBF seja a avalista desde último acordo, inclusive com a responsabilidade de cobrir algum pagamento que não seja cumprido.

A preocupação dos clubes colocar os jogadores imediatamente em férias coletivas para minimizar prejuízos com a pandemia, já que todos estão sem receitas com jogos, patrocínios e exibição na TV. A proposta inicial da CNC continha a sugestão de os atletas receberem 50% dos salários se a paralisação do calendário durasse mais de 30 dias e a determinação para suspender o contrato se a quarentena passasse de 60 dias.

O comunicado enviado ao presidente do Fluminense propõe que a negociação sobre reajustes salariais seja conduzida no mês de abril, durante o período de férias coletivas.

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Originalmente Publicado: 25 de Março de 2020 às 22:20

Fonte: Itatiaia.com.br