Na sequência, numa rápida alternância de letras, podem-se ler, além de “Milão não para, as seguintes afirmações: “Roma não para, Turim não para, Bari não para, Parma não para, Bolonha não para, Genova não para, Florença não para, Codogno não para, Lodi não para, Palermo não para, Trieste não para, a Itália não para”.

Afirmou:“No dia 27 de fevereiro, o vídeo #milanononsiferma estava circulando nas redes. Talvez eu tenha errado em repassá-lo. Mas, naquele momento, ninguém conhecia a agressividade do vírus. Eu admito as críticas, mas não tolero que alguém possa atuar com propósitos políticos”.

Ele próprio havia determinado, no dia 23 de fevereiro, o fechamento das escolas e das universidades de Milão, apostando que a medida fosse suficiente.

Em entrevista, afirmou: “Milão não pode parar. Precisamos trabalhar para que esse vírus não se espalhe, mas o vírus da desconfiança também não pode se espalhar”.

Estava tão convicto que, no dia 27, quando passou adiante aquele vídeo, divulgou nas suas redes um encontro com o apresentador de TV Alessandro Cattelan, em que ambos bebiam cerveja.

De acordo com Silvio Brusaferro, chefe do Instituto Superior de Saúde no país, o pico de infecções de coronavírus ainda não foi atingido.

A campanha lançada pelo Secom “O Brasil não pode parar” repete, até nos termos, o que se fez em Milão.

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Originalmente Publicado: 27 de Março de 2020 às 17:40

Fonte: Uol.com.br