Neste trecho, Bolsonaro diz: “Que os caras querem a nossa hemorroida! a nossa liberdade! Isso uma verdade. O que esses caras fi zeram com o vírus, esse bosta desse governador de São Paulo, esse estrume do Rio de Janeiro, entre outros, exatamente isso. Aproveitaram o vírus, tá um bosta de um prefeito lá de Manaus agora, abrindo covas coletivas. Um bosta. Que quem não conhece a história dele, procura conhecer, que eu conheci dentro da Câmara, com ele do meu lado! Né?”, de acordo com o vídeo.

O que esses caras fi zeram com o vírus, esse bosta desse governador de São Paulo, esse estrume do Rio de Janeiro, entre outros, exatamente isso.

Que quem não conhece a história dele, procura conhecer, que eu conheci dentro da Câmara, com ele do meu lado! Né? E nós sabemos o … o que, a ideologia dele e o que ele prega.

E espero que num futuro breve o povo brasileiro entenda que, do que ele me chama, essencialmente como ele [Bolsonaro] próprio se vê.” O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, se manifestou após o vídeo com xingamentos direcionados a ele.

Até o momento, o presidente insiste que as queixas que fez, ameaçando até demitir ministro, se referiam segurança dele, da família e de amigos no Rio de Janeiro e tentativa frustrada de substituir pessoas do setor.

24 de abril, manhã: Sergio Moro se demite do cargo de Ministro da Justiça, e diz que Jair Bolsonaro interferiu na PF ao demitir o então diretor-geral do órgão, Maurício Valeixo, e insistir na troca do comando da PF no Rio de Janeiro.

24 de abril, tarde: Jair Bolsonaro faz pronunciamento cercado pela maioria de seus ministros e diz que Moro propôs aceitar demissão de diretor da PF se fosse indicado ministro do STF. O presidente nega interferência mas diz que pedia a Moro, e nunca obteve, um relatório diário das atividades da PF para poder tomar decisões de governo.

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Originalmente Publicado: 22 de Maio de 2020 às 17:36

Fonte: Globo