Com a corda no pescoço para pagar a dívida na Fifa com o FC Zorya, da Ucrânia, até a próxima sexta-feira, o Cruzeiro corre contra o tempo e o presidente Sérgio Santos Rodrigues faz diversas reuniões com investidores para levantar o dinheiro e não ser punido novamente com a perda de pontos na Série B. Mas o clube celeste tem um aliado a seu favor nos últimos dias: a queda da cotação do Euro frente ao Real, o que reduziu o débito em R$ 1 milhão nas duas últimas semanas.

A expectativa que seja anunciado o pagamento, que evitaria a perda de outros seis pontos na Série B. A dívida, referente contratação do atacante Willian ‘Bigode’ em 2014, de 1,750 milhão de euros.

Em 15 dias, o valor em reais caiu de R$ 11,1 milhões para R$ 10,1 milhões.

Em 12 de maio, o valor do Euro atingiu o maior patamar da história em relação ao Real valendo R$ 6,38.

Em 19 de maio, quando caiu a bomba de que o clube perderia seis pontos na Série B do Campeonato Brasileiro por não ter quitado a dívida com o Al-Wahda, dos Emirados Árabes Unidos, pelo empréstimo do volante Denílson, em 2016, a dívida era de R$ 10,99 milhões, pois a cotação do Euro era R$ 6,28.

Ao contrário do que aconteceu com o caso Denílson, o Cruzeiro deverá pagar o valor, independentemente de quanto esteja a cotação do Euro.

Isso porque o conselheiro e parceiro do clube, o empresário Pedro Lourenço, que dono da rede Supermercados BH, declarou Itatiaia que não deixará mais a Raposa perder pontos por não quitar dívidas na Fifa.

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Originalmente Publicado: 28 de Maio de 2020 às 07:00

Fonte: Itatiaia.com.br