A declaração do Imposto de Renda possui diversas particularidades que podem confundir o contribuinte na hora de fazê-la.

O trabalhador demitido que recebeu verba na rescisão contratual no ano passado, precisa incluir os valores na declaração deste ano, que vai até 30 de junho.

O contribuinte deverá declarar separadamente os valores recebidos a título de indenização, o que inclui aviso prévio indenizado dos rendimentos tributados pelo Imposto de Renda, como saldos de salários e férias.

A multa de 40% sobre o FGTS, assim como valores recebidos por adesão a Plano de Demissão Voluntária, também precisam ser informados nesta ficha.

Para empresas que aderiram às mudanças que acompanharam a reforma trabalhista e fizeram o pagamento da rescisão pelo empregador em mais de uma parcela, o ex-funcionário deve informar apenas as parcelas recebidos em 2019.

Os valores do saque do FGTS e do seguro-desemprego também são rendimentos isentos e não tributáveis pelo IR. A verba do Fundo de Garantia precisa ser informada no “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” na linha 04 e o seguro-desemprego na linha 26.

Em “Imposto retido na fonte”, deverão ser destacados os valores referentes a retenção de imposto de renda.

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Originalmente Publicado: 12 de Junho de 2020 às 08:12

Fonte: Contabeis.com.br