Escolas particulares em ao menos 7 capitais estimam reabrir as salas aos alunos: em 4, a volta esperada para julho; em outras 3, em agosto.

Quatro meses após o fechamento das escolas, o planejamento e a expectativa para o retorno às salas de aula variam em cada local - e mudam rápido, conforme a notificação de casos de Covid-19 em cada região.

Já as escolas particulares em Goiânia, Curitiba, e São Luís avaliam a volta às escolas em agosto, também de acordo com o balanço da entidade.

No Rio de Janeiro, a previsão era de retorno em julho, segundo a Fenep, mas a mudança em diretrizes anunciadas nesta quarta e a falta de protocolo para a rede pública deixou as escolas particulares em suspenso.

Em SP, por exemplo, onde o governo de São Paulo anunciou a reabertura das escolas públicas e particulares juntas, em setembro, o secretário da Educação, Rossieli Soares, afirmou que a medida garantirá acesso igualitário ao ensino, sem privar alunos da rede pública do acesso educação enquanto a rede particular voltaria aos estudos.

Em SP, o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo contra a determinação do governador, João Doria, de reabrir as escolas só em setembro - eles esperavam o retorno um mês antes, em agosto.

A experiência dos dois dias de reabertura dá o tom do que as escolas vão enfrentar na retomada às aulas presenciais: desinfecção do solado dos alunos e das mochilas na entrada, álcool em gel nas mãos, tapetes com substâncias desinfetantes, medição de temperatura, alunos com os braços para trás para não encostar em nada, vigilância constante - e se encostar em alguma coisa, álcool em gel nas mãos imediatamente.

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Originalmente Publicado: 25 de Junho de 2020 às 12:08

Fonte: Globo