BRUXELAS - A União Europeia confirmou oficialmente nesta terça-feira que residentes do Brasil e dos Estados Unidos serão barrados na reabertura das fronteiras externas do bloco, no dia 1° de julho, após mais de três meses fechadas.

A China seria o 15º país e seus cidadãos também poderão ter seu ingresso permitido, mas para isso Pequim precisará liberar a entrada de europeus em seu território, já que a reciprocidade uma das condições exigidas por Bruxelas.

Isto porque não se englobam nos três critérios traçados pelos europeus: que a tendência de contágios esteja estável ou decrescente; que sejam respeitados critérios internacionais de testagem, vigilância, contenção e rastreio de novos casos; e que o número de casos por 100 mil habitantes seja inferior média europeia no dia 15 de junho.

Bolsonaro, no entanto, teve dois ministros da Saúde que se demitiram porque ele discordava das orientações defendidas por eles para conter a pandemia.

Como as fronteiras da Zona Schengen são abertas, um viajante pode passar livremente de um país para o outro, o que implicaria uma responsabilidade coletiva.

A recomendação da UE não se aplica Irlanda ou Dinamarca, países que têm um status especial no que diz respeito às suas fronteiras.

As fronteiras internas começaram a ser reabertas em 15 de junho, medida que nações como Itália, França e Espanha, que já foram o epicentro da pandemia, começaram a controlar o número de novas contaminações e mortes.

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Originalmente Publicado: 30 de Junho de 2020 às 10:42

Fonte: Globo