Nesse contexto, manter o calendário de vacinas em dia tornou-se um desafio que vem sendo enfrentado com campanhas de conscientização sobre o tema e até estratégias de vacinação extramuros.

Juarez Cunha, presidente da SBIm, afirma que essa uma “tática boa”, mas esbarra em questões práticas para ser concretizada pelo SUS. Falta de profissionais e tempo undefined.

Ele acrescenta que idependentemente do local onde o procedimento realizado, o que garante que ele seja seguro em meio disseminação do novo coronavírus o respeito às normas de segurança, que deve ser praticado por profissionais e pacientes.

“Em casa, a pessoa tem menos contato com os outros, mas isso não significa que não tenha que respeitar as regras de segurança, como uso de máscara e lavagem de mãos. Se o profissional não prestar atenção em quais EPIs devem ser utilizados, não adianta”, ressalta.

Ainda segundo a pasta informou por meio de nota, a vacinação casa a casa também realizada para “Pacientes específicos” em situações que exigem a vacina de bloqueio, aplicada quando são identificados surtos como o de sarampo, que acontecem no Brasil desde 2018.

Na capital paulista, por exemplo, o laboratório Fleury cobra R$ 190 pela vacina da gripe - seja aplicada na unidade ou em casa.

Já a Clinivac, especializada em vacinas, cobra uma taxa mínima de R$150 - que varia conforme o endereço do cliente - para realizar o serviço a domicílio.

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Originalmente Publicado: 30 de Junho de 2020 às 02:00

Fonte: R7.com