O influenciador digital Felipe Neto usou suas redes sociais para esclarecer que não solicitou o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, contrariando boatos que circularam na internet. Ele afirmou que seu nome não consta na lista de beneficiários do programa e, como forma de demonstrar apoio à iniciativa, depositou R$ 1.200,00 — o dobro do valor — na conta do governo.

Nos últimos dias, diversas celebridades foram acusadas de terem recebido o benefício mesmo tendo renda elevada. Felipe Neto, um dos youtubers mais influentes do Brasil, foi um dos alvos dessas acusações. Em resposta, ele publicou prints e comprovantes mostrando que nunca solicitou o auxílio e que, na verdade, fez uma contribuição voluntária ao governo.

Em sua declaração, Felipe Neto afirmou: “Eu jamais pedi auxílio emergencial. Não preciso e não quero. Para provar que não sou contra o programa, resolvi depositar R$ 1.200,00. Espero que esse dinheiro ajude quem realmente precisa.” A atitude gerou intenso debate nas redes sociais, com muitos seguidores elogiando a transparência do youtuber e questionando a postura de outras figuras públicas. Parte da crítica, no entanto, apontou que a ação individual não resolve os problemas estruturais da distribuição do auxílio.

O episódio aconteceu em meio à pandemia de COVID-19, quando o auxílio emergencial era essencial para milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade. O caso de Felipe Neto ilustra como a classe artística e digital foi alvo de controvérsias relacionadas ao benefício, expondo a dificuldade de fiscalização e a necessidade de maior transparência no processo. Apesar das polêmicas, a contribuição voluntária do influenciador gerou uma onda de discussões sobre responsabilidade social e o papel das celebridades em momentos de crise.