A maior delas, claro, será conseguir dar continuidade ao trabalho de Jorge Jesus e continuar fazendo com que o time seja campeão de quase tudo que disputa.

Mas há algo que o espanhol terá que fazer que nem o seu tão bem-sucedido antecessor conseguiu: implementar no clube um modelo lá Barcelona.

“De fato, esse foi uma das pequenas frustrações que a gente tenha tido ao longo desse período com o Jorge Jesus. A gente não conseguiu com ele implantar isso que era uma vontade da diretoria do Flamengo. uma das coisas que a gente não conseguiu levar a frente com o Jesus. Mas de forma nenhuma ele se propôs a isso, não era parte do pacote. A gente já sabia disso quando contratou, que ele ficaria focado só no time principal”, disse o presidente Rodolfo Landim em entrevista exclusiva ESPN Brasil.

“Isso foi uma das conversas que a gente teve agora, pedi que reforçassem isso bastante. Para explicar que queremos o desenvolvimento não só do time principal, mas também uma estruturação de toda a base. Essa visão da forma de jogar da base do Flamengo. Agora a gente está tendo essa conversa, e o Dome sabe que temos essa expectativa e ele vai nos ajudar nesse processo”, complementou.

Até por isso, Domènec terá uma comissão técnica menor que Jorge Jesus.

A expectativa de que ele passe conhecimento para outros profissionais do clube - o que deixaria o Flamengo até mais seguro em relação ao futuro, com pessoas prontas para assumir o comando ou ao menos participar ativamente de uma transição de trabalho caso Torrent saia do clube um dia.

“Ele está vindo com mais três assistentes. Um na área de preparação física e dois que vão ajudar ele no planejamento das atividades e na avaliação dos adversários. São mais três pessoas na equipe dele. A gente tem mais oportunidade com isso de colocar mais gente na equipe para fazer esse processo de passagem da tecnologia, do processo de treinamento”, diz Landim.

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Originalmente Publicado: 1 de Agosto de 2020 às 12:36

Fonte: Espn.com.br