Ao saber que o jovem que acolheu fora preso suspeito de participar da morte do garoto Danilo Sousa, de 7 anos, o pastor Fabiano Silva, que auxiliava nas buscas e apoiava a família da criança, ficou consternado.

“Toda vida ele querendo dinheiro, dinheiro, dinheiro. E eu: ‘não dou dinheiro a ninguém, eu dou comida’. Se o Hian fez isso, que ele pague!”, desabafou o pastor.

De acordo com as investigações, Reginaldo quis matar o enteado como forma de “Vingança” devido a alguma malcriação e, para isso, ofereceu uma moto e um carro a Hian, para que ele o ajudasse.

Ao falar com os policiais civis, Hian, que trabalhava como servente de pedreiro, relatou que ajudou Reginaldo a segurar o menino para que a criança fosse agredida pelo padrasto na mata.

“No dia da morte do menino, eu estava trabalhando na obra. O padrasto arrastou o menino lá para dentro [da mata] e machucou ele com um pau. Fui até a beirada da mata para levar o menino, segurando pelo braço. Depois, fui trabalhar e ele ficou com o menino na mata”, detalhou.

Seis dias depois, um corpo foi encontrado na região e, no dia seguinte, a corporação confirmou que se tratava da criança que estava desaparecida.

O delegado Rilmo Braga, titular da Delegacia de Investigação de Homicídios, explicou que o padrasto estava insatisfeito com a convivência com o menino e tinha aversão aos dois enteados.

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Originalmente Publicado: 1 de Agosto de 2020 às 09:05

Fonte: Globo