No dia 3 de junho, Pazuello foi nomeado ministro interino da Saúde e, nesta quarta, quatro meses após a saída de Teich, foi efetivado no comando da pasta.

No primeiro pronunciamento como titular do Ministério da Saúde, Pazuello disse que entrou na pasta em meados de abril, “No momento mais crítico da pandemia”.

“O mais forte a salientar foi a união e a solidariedade de todo o povo brasileiro, mostrando o valor de nossa nação, onde empresários, cidadãos e entidades das mais diversas se mobilizaram e continuam mobilizados na certeza de que, juntos, estamos vencendo essa guerra”, declarou.

“Em um primeiro momento, acreditavam que a melhor conduta era ficar em casa, aguardando a melhora dos sintomas e somente procurar atendimento médico em caso de falta de ar. Nós vimos que não era o melhor remédio o ‘fica em casa, esperando falta de ar’. O aprendizado nos mostrou que quanto mais cedo atendermos os pacientes melhores são suas chances de recuperação. O tratamento precoce salva vidas”, disse.

Em breve entrevista após ser empossado no cargo, Pazuello disse que a previsão de que um programa nacional de vacinação contra o coronavírus inicie a partir de janeiro.

“Temos também já bem claro os públicos-alvo. Então, com certeza, durante a pandemia, nós pudemos verificar quais são os públicos-alvo mais sensíveis e você pode, a partir daí, avaliar que a gente tem já uma linha de trabalho em cima de públicos-alvo. Quais são os públicos-alvo? Qual a sequência? Isso faz parte de um plano que está sendo desenhado ainda”, disse.

frente do Ministério da Saúde, Pazuello nomeou vários militares para sua equipe; elaborou, atendendo a demandas de Bolsonaro, protocolo sobre o uso de cloroquina nos casos leves de Covid-19; e gerou polêmica ao modificar a forma de divulgação de casos da doença.

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Originalmente Publicado: 16 de Setembro de 2020 às 17:16

Fonte: Globo