Nesta terça-feira, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago terminaram o dia no vermelho.

Em São Gabriel do Oeste/MS, o valor subiu 3,85% para fechar com R$ 135,00 por saca, ou Luís Eduardo Magalhães/BA, com alta de 0,41% para R$ 121,50.

“No Brasil, com a liberação do plantio da soja em alguns estados os produtores aumentam a ansiedade diante da nova safra. Entretanto, recomendamos paciência no avanço com as novas vendas”, explica o diretor da ARC Mercosul, Matheus Pereira.

Embora seja muito cedo para falar em perdas, o mercado já se mostra um pouco mais aprensivo, principalmente com quase 60% da nova temporada já comprometida com a comercialização.

BOLSA DE CHICAGO. Os fundamentos seguem positivos para os preços, bem como o posicionamento dos fundos, no entanto, a correção já vinha esperada diante das fortes e consecutivas altas das útlimas semanas.

No entanto, a ARC alerta ainda para um pedido da China na OMC contra as implementações tarifárias dos EUA iniciada em 2018, o que ajudou a pesar sobre as cotações.

“A OMC acatou o pedido da China, trazendo a primeira perda no embate comercial para o lado da Administração de Trump. O processo ainda entrará em julgamento, entretanto a situação pro- mete apimentar os ânimos entre Estados Unidos e China. Além do mais, tem sido difícil manter uma visão extremamente"otimista” para os preços da soja.

Este artigo foi resumido em 56%

Originalmente Publicado: 15 de Setembro de 2020 às 18:05

Fonte: Noticiasagricolas.com.br