Da consulta Ciro Mancilha Murad, especializado em insuficiência Cardiaca e Transplante pelo Instituto do Coração da Universidade de São Paulo, explica que o sexo masculino e a idade avançada, por si só, já são características que tornam as pessoas mais suscetíveis.

“Cada década de vida aumenta um pouco esse risco, a partir dos 40, 50 anos preciso ter mais atenção. Existe também a predisposição familiar”, afirma.

Já a trombofilia, condição rara em que o paciente tem tendência ao surgimento de trombose, pode causar infarto em pessoas jovens, antes dos 30 anos.

O principal sintoma de infarto a dor forte no peito, que pode irradiar para as costas, o rosto e os braços - mas raramente atinge o direito -, segundo o Ministério da Saúde.

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo o mundo e tiraram a vida de 17.790.949 pessoas em 2017, de acordo com o levantamento mais recente, disponível no estudo Global Burden of Disease, feito pelo IHME, em inglês.

Leia também: Pandemia causa queda de atendimento de infarto e AVC. O atendimento rápido essencial para evitar sequelas e aumentar a eficácia da angioplastia, procedimento no qual um stent colocado na artéria coronária.

“O ideal procurar atendimento o quanto antes. Depois de 12 horas, há mais chance de ficar com sequelas e até de morrer”, alerta Murad. De acordo com ele, a principal sequela a insuficiência cardíaca.

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Originalmente Publicado: 16 de Setembro de 2020 às 02:00

Fonte: R7.com