Além de adequado o ajustamento típico dado pelo Ministério Público, conduta desenvolvida em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher ancorada em prova de materialidade e indícios de autoria delitiva, consubstanciados em documentos, perícias, depoimentos e declarações.

Com base nesse entendimento, o juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira, da 3ª Vara Criminal da comarca do Rio de Janeiro, aceitou denúncia do Ministério Público contra Paulo José Arronenzi pelo assassinato de sua ex-esposa, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi.

Na decisão, o magistrado também confirmou a conversão da prisão em flagrante em preventiva por conta do “Perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado”.

O assassinato de Viviane foi luz do dia em uma movimentada avenida da Barra da Tijuca, bairro da zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com o MP, a juíza foi “Atacada de surpresa quando descia do carro enquanto levava as filhas ao encontro do denunciado” e o crime foi planejado em razão dos problemas financeiros do acusado, que não trabalha e dependia da ex-mulher.

Paulo foi detido por guardas municipais que estavam no local e não ofereceu resistência, tendo sido encaminhado Delegacia de Homicídios da Capital, na Barra da Tijuca.

Em 2007, uma ex-namorada do engenheiro registrou um boletim de ocorrência contra ele queixando-se de importunação após o fim do relacionamento.

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Originalmente Publicado: 2 de Janeiro de 2021 às 18:36

Fonte: Conjur.com.br