Originalmente, Stephen King lançou A Dança da Morte, sobre uma pandemia que dizimou a população da Terra, em 1978.

“Stu um herói, um cara que tem opiniões fortes sobre o bem e o mal. Ele acredita em dever, lealdade, decência”, disse Marsden.

“Crê em fazer a coisa certa mesmo quando ninguém está olhando. um bom líder.” O ator afirmou que mais do que nunca o mundo precisa de exemplos como este, mesmo na ficção.

“Não quero entrar em política, mas precisamos de seres humanos mais decentes nas nossas lideranças. Engraçado que, um tempo atrás, no mundo do entretenimento, todo o mundo estava fascinado por personagens sombrios, como Batman. E eu acho que hoje a gente precisa de séries como esta, que celebram a bondade, a compreensão, a paciência, a disposição de ouvir.”

“No fundo, uma sobrevivente e usa as armas que tem para enfrentar um mundo que olha para ela e tem certas expectativas. Nadine não confia nos outros, não está acostumada a ser tratada com compaixão e empatia.”

Para o ator Brad William Henke, que faz Tom Cullen, um homem com problemas mentais, o livro e a minissérie colocam uma questão fundamental: num momento de terror, para que lado você vai? “Você gravita para o bem ou para o mal? Você segue as pessoas que dizem só o que você quer ouvir? Acho que podemos aprender muito com isso, porque estamos vendo acontecer agora mesmo nos Estados Unidos”, afirmou.

Segundo Cavell, Stephen King deu sua bênção para as mudanças e inclusive contribuiu com elas, escrevendo o último episódio, um adendo que vinha planejando fazia 30 anos.

Este artigo foi resumido em 62%

Originalmente Publicado: 3 de Janeiro de 2021 às 06:02

Fonte: Google News