A balança comercial brasileira fechou 2020 com superávit de 50,995 bilhões de dólares, avanço de 6,2% em termos de valor sobre 2019, em um ano atípico marcado pela interrupção de atividades econômicas em decorrência da propagação da pandemia da Covid-19 ao redor do globo, impactando cadeias produtivas.

A última previsão feita pelo Ministério da Economia para a balança era de que ela ficaria positiva em 55 bilhões de dólares em 2020.

No acumulado do ano passado, as exportações somaram 209,9 bilhões de dólares, queda de 6,1% em comparação pela média diária com o ano passado.

As importações também registraram recuo, de 9,7%, somando 158,9 bilhões de dólares, resultando em uma queda da corrente de comércio em 2020 de 7,7%. Em termos de atividade econômica, o setor agropecuário aumentou sua participações no nível de exportações, a 21,6%, ante 19,1% em 2019.

Entre os destinos de exportação, destaque para o continente asiático, que registrou aumento de 7,2%, pela média diária, sob o ano de 2019, impulsionado pela atividade da China, que influenciou a “Resiliência” das exportações domésticas, afirmou Ferraz em coletiva de imprensa virtual.

Pela ótica das importações, o país registrou forte queda no setor da Indústria Extrativa, que teve participação total nas importações brasileiras no agregado do ano de 4,1%. A Agropecuária também registrou recuo nas importações de 3,9%, com participação de 2,6%, enquanto a Indústria de Transformação teve queda de 7,7%, com participação em 93% do total.

DEZEMBRO. Em dezembro, o déficit foi de 42 milhões de dólares, informou o ministério, abaixo do saldo positivo de 200 milhões de dólares esperado por analistas em pesquisa Reuters.

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Originalmente Publicado: 4 de Janeiro de 2021 às 19:15

Fonte: Investing.com