Estamos a poucos dias da posse do presidente eleito Joe Biden, e os Estados Unidos - apesar de serem o país que tem uma das polícias mais preparadas do mundo - fazem nesse momento uma revisão nos seus procedimentos de segurança.

Eles tentam entender como que centenas de manifestantes invadiram o Congresso americano na semana passada, e tentam corrigir os erros rapidamente para que, no dia 20 de janeiro, o governo eleito de Biden e Kamala Harris possa assumir o país com segurança.

Existe uma força-tarefa, tanto do poder público como da iniciativa privada, preparada para proteger a capital americana, e garantir a segurança das pessoas que vão participar da cerimônia em Washington DC. O serviço de hospedagens Airbnb disse verificar a identidade e o histórico das pessoas que estão alugando casas e apartamentos na região para ter certeza de que não há ligações com grupos extremistas que podem estar planejando um novo protesto no dia da posse.

A companhia aérea American Airlines anunciou que nos dias que antecedem a cerimônia de posse, a distribuição de bebida alcoólica foi cortada em todos os voos que têm como destino a cidade de Washington.

A prefeita de Washington, Muriel Bowser, fez uma solicitação que, na tradução livre, seria um decreto de prevenção de desastre.

O que a gente percebe que a situação, ao invés de ficar mais tranquila nos dias que antecedem a posse, está cada vez mais tensa.

A verdade que, desde o fatídico 22 de novembro de 1963, quando o presidente John F. Kennedy foi assassinado - ou quando os EUA sofreram os ataques de 11 de setembro -, não existe uma tensão tão grande em torno de um evento presidencial como vemos agora em 2021.

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Originalmente Publicado: 13 de Janeiro de 2021 às 11:40

Fonte: Globo