Pesquisadores da Universidade de Stanford explicam por que intermináveis reuniões virtuais, que se tornaram rotineiras em tempos de isolamento social, são tão cansativas e dão dicas de como lidar com elas.

Mas comum que uma empresa decole e acabe emprestando o seu nome a uma ação, tornando-se quase sinônimo dela: nesse caso, o que tem sido chamado mundo afora de “Zooming”.

Muitas vezes essa sensação de proximidade típica de uma intimidade que reservamos para relacionamentos íntimos - família e amigos - ou quando nos deparamos com uma sensação de imediação, como quando estamos em um elevador apertado com outra pessoa.

Primeiro, você sente a necessidade de demonstrar que está presente e se certificar que você apareça no enquadramento da chamada.

Trata-se de uma ação muito diferente do que se você estivesse conversando com um colega e outra pessoa por acaso aparecesse na sala para dizer oi.

A pesquisa realizada em Stanford baseada em relatos, e não em análises neurocientíficas durante videoconferências, ou qualquer outra evidência que seja numericamente quantificável.

Além disso, o curto período estudado até agora limita a capacidade dos pesquisadores de afirmar se os nossos corpos e cérebros são capazes de se adaptar e lidar melhor com as chamadas de vídeo medida que elas se tornam mais presentes em nosso dia a dia.

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Originalmente Publicado: 2 de Março de 2021 às 18:02

Fonte: Uol.com.br