A falta de vacina AstraZeneca levou os estados do Rio de Janeiro e São Paulo a utilizar o imunizante da PFizer na aplicação da segunda dose na vacinação contra a Covid-19.

Combinar vacinas de diferentes fabricantes seguro e eficaz? Os estudos já divulgados sobre o tema apontam que, em determinados casos, a mistura pode sim ser vantajosa e gerar uma maior resposta imune.

A estratégia de Rio de Janeiro e São Paulo baseada justamente nos dois tipos de vacinas com mais resultados já conhecidos das pesquisas sobre a chamada “Vacinação heteróloga” ou “Intercambialidade de vacinas”.

Combinação da 1ª dose de AstraZeneca com a 2ª da Pfizer gerou mais anticorpos e células T do que o regime completo com AstraZeneca;.

Na Coreia do Sul, estudo com 499 profissionais de saúde, concluiu no final de julho que a combinação de AstraZeneca com Pfizer gerou níveis seis vezes maiores de anticorpos neutralizantes;.

Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel, de 66 anos, recebeu a 1ª dose de AstraZeneca e depois foi vacinada com a Moderna na segunda dose: objetivo era incentivar nova estratégia de vacinação após o país recomendar a AstraZeneca apenas para maiores de 60 anos.

A Moderna também usa a tecnologia do RNA mensageiro, capaz de codificar a proteína S da coroa do vírus, e o introduz no corpo com a ajuda de uma nanopartícula de gordura para induzir a proteção natural do corpo.

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Originalmente Publicado: 14 de Setembro de 2021 às 16:23

Fonte: Globo