O laudo da necropsia do IML de São Gonçalo revela ainda o estado em que os corpos chegaram até a unidade - com o adendo de “Encoberto de material lamacento”, uma vez que foram tirados do mangue -, e a descrição do que vestiam.

No entanto, a instituição afirmou que está investigando o caso com a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Niterói e São Gonçalo, e que a mesma sigilosa.

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, que investiga o caso, enviou um ofício Polícia Militar solicitando os nomes dos agentes que participaram da ação e a apreensão das armas para exames periciais.

O Batalhão de Operações Especiais foi mobilizado e justificou sua presença no local de absoluta excepcionalidade para a identificação e prisão dos responsáveis pelo assassinato do sargento Rumbelsperger, além da retirada de policiais que estariam no interior da comunidade.

Segundo moradores, as mortes que aconteceram dentro da comunidade e os corpos que foram deixados em uma região de mangue seriam uma retaliação da polícia morte do sargento.

A Polícia Militar também nega violações e diz que se manteve em confronto com bandidos na região de mata, próxima ao mangue.

A polícia, no entanto, afirma que ele estava com roupa camuflada, o que indicaria que ele fazia parte da facção criminosa que age no local.

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Originalmente Publicado: 24 de Novembro de 2021 às 18:00

Fonte: Globo