O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, deixa a Corte de Magistrados de Westminster, em Londres, em 13 de janeiro - Foto: Reuters/Simon Dawson.

A Justiça do Reino Unido aprovou, nesta sexta-feira, um pedido de recurso dos Estados Unidos para a extradição de Julian Assange, fundador do WikiLeaks.

A noiva de Assange disse em nota, logo após o anúncio desta sexta, que sua equipe jurídica vai recorrer “Assim que possível” contra a decisão do tribunal de Londres.

Os americanos pedem a extradição de Julian Assange por conta de um vazamento em massa de documentos confidenciais - divulgados na plataforma WikiLeaks.

1º de maio: Fundador do Wikileaks, Julian Assange, mostra o punho em riste da janela de uma van ao chegar a um tribunal em Londres, antes de ser condenado a 50 semanas na prisão por não respeitar as condições de sua condicional em 2012, quando se refugiou na Embaixada do Equador para evitar a extradição para a Suécia - Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP. Considerado por apoiadores como uma vítima de ataques contra a liberdade de expressão, Assange passou sete anos vivendo dentro da embaixada do Equador em Londres.

Em janeiro deste ano, os EUA chegaram a ter um novo pedido de extradição negado pela justiça do Reino Unido que alegou existir um risco de Assange cometer suicídio.

O australiano, que conta com o apoio de várias organizações de defesa da liberdade de imprensa, publicou de cerca de 700.000 documentos militares e diplomáticos confidenciais.

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Originalmente Publicado: 10 de Dezembro de 2021 às 08:26

Fonte: Globo