Mesmo após desistir do apelo ao resultado do GP de Abu Dhabi, que decretou o primeiro título mundial da carreira de Max Verstappen, a Mercedes parece estar longe de ter superado o resultado.

Depois de garantir que a escuderia e Lewis Hamilton não participariam da festa de premiação, o chefe da equipe, Toto Wolff, fez uma afirmação mais polêmica ainda.

Mantendo suas críticas aos oficiais e ao diretor de corrida, Michael Masi, o chefe da Mercedes não escondeu a decepção com a forma com que os envolvidos conduziram o final do GP, e fez questão de destacar o tamanho da frustração sentida por ele e, principalmente, por Hamilton.

Apesar de não confirmar a continuidade de Hamilton como piloto da F1, Wolff comentou que fará o possível para ajudá-lo a passar por esse momento “Doído”, e que acredita que no final o coração do heptacampeão irá falar mais alto - vale destacar que o britânico renovou contrato com a Mercedes por mais dois anos recentemente.

Com base nos Artigos 48.8 e 48.12, a agora octacampeã de construtores havia protestado minutos após o fim da corrida por supostas tentativas de ultrapassagem do holandês da RBR sob bandeira amarela e porque a direção de prova não seguiu risca o regulamento que orienta a saída do safety car da pista.

Depois, o carro de segurança retornou ao pitlane no fim da volta 57, quando deveria fazê-lo apenas no fim do giro que sucede o realinhamento dos pilotos, segundo o regulamento.

Porém, através de um comunicado, a Mercedes afirmou ter desistido do apelo, justificando que tomou a decisão em conjunto com Hamilton, e que cobrará a FIA pela promessa feita de analisar, ao lado dos pilotos e equipes, o desfecho do GP de Abu Dhabi.

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Originalmente Publicado: 16 de Dezembro de 2021 às 20:29

Fonte: Globo