A Anvisa trabalha para regulamentar nos próximos dias a permissão de uso do autoteste de Covid-19 no Brasil.

Integrantes da agência ainda consideram que a nota técnica enviada pelo ministério tem lacunas, por exemplo, em orientações sobre a notificação de resultados positivos e isolamento de contatos de quem estiver infectado.

Utilizado há meses em outros países, os autotestes são proibidos no país por causa de uma resolução da Anvisa de 2015.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta sexta que o autoteste pode auxiliar a desafogar as unidades de saúde, mas sinalizou que os produtos não devem ser comprados pelo governo federal.

“O Brasil um país muito heterogêneo, de muitos contrastes. A alocação deste recurso para aquisição de autoteste, distribuir para a população em geral, pode não ter resultado da política pública que nós esperamos”, disse o ministro imprensa.

Presidente-executivo da CBDL, Carlos Gouvêa disse Folha que os autotestes devem ser mais baratos que exames de antígeno vendidos em farmácia.

Na proposta envidada Anvisa, o ministério orienta que pacientes que detectaram a infecção pelo autoteste procurem atendimento em unidade de saúde ou teleatendimento para confirmar o diagnóstico e receber orientações.

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Originalmente Publicado: 14 de Janeiro de 2022 às 15:44

Fonte: Uol.com.br