Leia mais: Conheça os 24 participantes de ‘No limite’, que estreia no próximo dia 3.- Vi que, se eu quisesse fazer algo na minha vida, não tinha só que abrir as portas, mas tinha que construir as portas antes de abri-las.

Costumo dizer brincando: “O que eu sou? Um atleta paralímpico? Não, sou um desbravador dos esportes adaptados” - conta o apresentador que, desde que sofreu um acidente de carro em 2009 e perdeu o movimento das pernas, já fez com que alguns esportes pudessem ser praticados por pessoas com deficiência no Brasil por conta de iniciativas e ideias suas, como aconteceu com o kitesurfe e com a canoagem em alto-mar: - tenho que desenvolver a grande maioria.

Quando descobri que estava transformando a vida de um monte de gente, via essa transformação e recebia isso de volta, passou a ser combustível para minha vida - avalia o apresentador, que completou 41 anos no fim de março.

Por mais que eu soubesse da minha capacidade, quando estava em terra com a minha cadeira, não tinha a mesma liberdade de antes, por conta de qualquer obstáculo que eu encontrava.

Ali decidi naquele momento que seria um canoísta - recorda ele, que passou também a ajudar a divulgar o esporte, que foi entrar nas paralimpíadas apenas em 2016, no Rio.Salto de paraquedas.

O grande mal dos relacionamentos esse, as pessoas quererem tirar o que o outro tem de melhor, pelo que a gente julga que amor.

O esporte praticado com uma pipa para puxar o atleta, que fica em cima de uma prancha, fazendo com que ele consiga deslizar pela água e dar altos saltos.

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Originalmente Publicado: 1 de Maio de 2022 às 05:00

Fonte: Globo