Criado para arrecadar fundos para o instituto de figurino do museu, a festa se tornou um altar da elite nova-iorquina e de celebridades, que disputam os convites a unhas, dentes e milhares de dólares, já que um deles chega a custar US$ 35 mil.

A cada ano, o baile tem como tema a exposição anual do museu, que funciona como um “Dress code” para os convidados, que saem em uma corrida para conseguir o figurino com maior poder de atrair os flashes no tapete vermelho.

Porém, tão tradicionais quanto o baile são os convidados que não entendem o “Dress code” e vão com figurinos fora do tema -gafe, segundo fashionistas, maior do que ir a um chá de bebê fantasiado de Halloween.

Do alto do pedestal dos sofás bolorentos de suas casas, eles acreditam ter autoridade para espinafrar os milionários figurinos do baile e acusar quem saiu do tema, enquanto usam camiseta com buraco de traça e calça de moletom suja de maionese.

A atriz foi uma das primeiras a chegar ao baile trajando uma camisola de loja de lingerie de bairro com meia-calça branca.

A parte de baixo completou a refeição com a sobremesa, lembrando um bolo de festa infantil com recheio de M&Ms. Já a modelo e socialite Gigi Hadid dispensou o tema para mostrar que a moda paulistana referência mundial, usando um imenso casaco Faria Limer.

Ficou mais próxima de uma versão noiva de Duda Little, a antiga mascote de Xuxa, do que do tema do baile.

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Originalmente Publicado: 3 de Maio de 2022 às 10:47

Fonte: Uol.com.br