De acordo com a corte, especialistas da área de tecnologia de todo o país fizeram 29 ataques e nenhum deles conseguiu alterar votos ou afetar a totalização dos votos.

Nesta última fase, investigadores que encontraram vulnerabilidades nos testes de novembro do ano passado voltaram ao TSE para verificar se as medidas de segurança adotadas foram suficientes para resolver os problemas.

Eles recebem acesso aos softwares utilizados nas urnas e aos equipamentos físicos que compõem o sistema eleitoral.

Nos meses seguintes, o TSE fez alterações e implementou barreiras, que, de acordo com a corte, foram consideradas suficientes nos testes realizados nesta semana, impedindo acesso dos hackers ao sistema de coleta e totalização dos votos.

O juiz auxiliar da presidência do TSE, Sandro Nunes Vieira, afirmou que os testes foram repetidos exaustivamente.

“Ao tentarem ingressar na rede, os peritos da Polícia Federal foram expulsos, e os kits que eles usavam foram inutilizados. O nosso controle sobre a rede foi validado neste teste de confirmação”, afirmou.

“Os planos de ataques que foram bem-sucedidos em novembro tiveram melhorias implementadas pelo TSE que foram satisfatórias. Foram resolvidos os problemas encontrados pelos investigadores na primeira fase. Nos 29 planos, nenhum deles conseguiu alterar nenhum voto sequer ou mexer na totalização dos votos registrados ou totalizados pelo TSE”, completou Vieira.

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Originalmente Publicado: 13 de Maio de 2022 às 18:48

Fonte: R7.com