Após cinco anos sendo adepta ao veganismo, a atriz voltou a consumir carne para se conectar mais com a mocinha, que caça seus próprios alimentos na novela das nove da Globo.

“Desde que a Juma chegou para mim, tentei resgatar os instintos que foram domesticados na gente. Testei comer com as mãos, estar com o pé no chão, busquei atividades que me fizessem estar em contato com nossos sentidos. Queria encontrar o meu bicho, a minha mulher selvagem”, detalhou a jovem em entrevista ao jornal Extra.

A intérprete também buscou uma forma de entrar em contato com a personagem antes das gravações: “Realmente, eu sou muito mais lânguida e zen do que a Juma, então começo aguçando os sentidos. Às vezes, principalmente no estúdio, eu roubo uma anilha ou um saco de areia dos bastidores e fico malhando braço, fazendo agachamento, para dar calor e deixar o corpo aceso”.

Alanis também revelou que ainda não gravou cara a cara com a onça Matí, que aparece na história como a forma encantada de Maria Marruá.

“A cena em que aparecem as duas na frente da tapera, gravamos separadamente e colamos com computação. Vou acabar com a alegria de todos, minha mãe mesmo falou: ‘Ai, não queria saber disso, foi lindo’. Tivemos que respeitar o momento dela, a onça que manda”, brincou a jovem.

A atriz também encarou uma invasão animal na casa da personagem: “Teve um dia em que estávamos na tapera da Juma e parecia que a gente estava em cima de um formigueiro de saúvas. Dava para fazer um filme, era saúva escalando todo mundo, as paredes. O chão coberto de formiga, e eu descalça, não tinha para onde correr, a gente tinha que gravar. Elas comiam a roupa da galera. O pessoal estava todo vestido para não ser picado, eu estava na pele lisa ali”.

A primeira vez em que fui abrir a porta, pulou um bicho e eu senti um choque no meu dedo, até hoje eu não sei que bicho era esse.

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Originalmente Publicado: 14 de Maio de 2022 às 07:49

Fonte: Google News