Em busca da reeleição, o governador do Rio, Cláudio Castro, disse, em entrevista ao jornal O Globo, que não quer nacionalizar a disputa.

Apoiador do presidente Jair Bolsonaro, que também busca se reeleger ao Planalto, Castro afirmou que não vai criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal adversário do atual chefe do Executivo, “Porque estou preocupado com o estado”.

O governador também chamou Bolsonaro de “Pai da vacina”, dizendo que ele foi o responsável por comprar os imunizantes.

Sobre um suposto acordo que prevê que o senador Flávio Bolsonaro indique seu vice, Castro disse que o filho mais velho do presidente nunca pediu ou exigiu nada e “Um dos sujeitos mais republicanos que conheço”.

O governador também se definiu como um político de centro-direita “Bem liberal na economia”, mas que acredita que o Estado precisa de “Um olhar mais sensível aos mais vulneráveis”.

Sobre a ação policial no Jacarezinho no ano passado, deixou 28 mortos, Castro diz que seu governo “não celebra a morte de ninguém”, mas que, nesse caso, só o policial que acabou morto era inocente.

“Sempre que tiver que escolher um lado, estarei com a polícia. Investigaremos quem comete desvios, mas nunca estarei ao lado do bandido. Isso eu deixo para o [Marcelo] Freixo.”

Este artigo foi resumido em 53%

Originalmente Publicado: 16 de Maio de 2022 às 08:36

Fonte: Uol.com.br