A guerra pelo preço dos combustíveis segue com defasagem chegando a 20%, de acordo com dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis divulgados nesta terça-feira.

O último reajuste, de 18,8%, ocorreu há 67 dias para a gasolina.

No caso do diesel, o último reajuste ocorreu há oito dias, com aumento de 8,8% nos preços domésticos.

De acordo com cálculos da Abicom, associação que reúne pequenos e médios importadores de combustíveis, a defasagem entre os preços da gasolina no mercado interno em relação ao mercado internacional chega a 18%. Para o óleo diesel, a defasagem média de 4%. Com isso, caso faça a opção por seguir os preços de mercado, a Petrobras poderia aumentar os preços entre R$ 0,88 centavos por litro e R$ 1,03, a depender do porto de operação.

O diesel variaria em média R$ 0,21 centavos por litro até R$ 0,32.

No início da semana, o presidente Jair Bolsonaro voltou a ameaçar com novas demissões em diretorias.

Além disso, o presidente demitiu Bento Albuquerque do Ministério de Minas e Energia, que foi substituído por Adolfo Sachsida.

Este artigo foi resumido em 22%

Originalmente Publicado: 17 de Maio de 2022 às 15:21

Fonte: Correiobraziliense.com.br