Foi bom ou ruim? Resultado a ser comemorado ou lamentado? Vitória que escapou pelos dedos no pênalti perdido por Hulk ou derrota evitada após expulsão de Allan? Na gangorra de emoções em Guayaquil, há argumentos para qualquer resposta.

“Tivemos oportunidades para ganhar o jogo e não fomos capazes. Mas o mais importante que não perdemos. Agora definir em casa.” De fato, o cenário para a partida de volta, na próxima terça-feira, bom para o Galo.

Diante de seu torcedor, o Atlético precisará de uma vitória simples para avançar às quartas de final da Libertadores.

E olha que foram 35 minutos de uma atuação de alto nível, com extrema inteligência para explorar os próprios méritos e as fraquezas do rival.

Sem tanta posse de bola, mas bem postado para explorar o ataque de forma vertical, em transição.

Primeiro de Nathan Silva, que ergueu demais o braço na disputa aérea dentro da área e acabou cometendo pênalti em Cabeza - flagrado pelo VAR. Sebastián Rodriguez foi para a bola e empatou.

Assim como também pode ter ficado para a decisão da Glória Eterna, no fim de outubro, a primeira vitória da história do Galo no Equador.

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Originalmente Publicado: 29 de Junho de 2022 às 04:00

Fonte: Globo