Santos relata que, após seis meses de trabalho conjunto, o projeto não andava e apresentava erros básicos de implementação por parte da Optat.

Santos diz que deixou de receber um bônus de R$ 30 mil por não ter entregado o sistema de gestão financeira até o final do ano passado.

Em nota enviada reportagem do UOL, ele afirmou que a companhia rescindiu o contrato assim que recebeu o relato do episódio de preconceito, notificou a organização e tomou outras medidas cabíveis.

O advogado explica que a Oracle foi acionada solidariamente por ter sido conivente com a situação, a despeito de conhecer o problema.

Depois de instada por Santos a acionar seus procedimentos de compliance, a Oracle informou em carta de abril deste ano que a Optat deixaria de integrar seu programa de parcerias comerciais.

“Diante de tal situação e sabendo que tais alegações são infundadas, ilegais e podem gerar inúmeros prejuízos para a nossa empresa, bem como com fundamento no contrato anteriormente assinado com V.Sas, que prevê cláusula de sigilo, mesmo após o encerramento contratual e a presente requer que: cessem imediatamente qualquer ato ou ação contrário cláusula de sigilo que ainda vigente entre as Partes, bem como ato ou omissão que propagandeie notícia falsa ou infundada sobre a nossa empresa ou representantes sob pena de se tomarem as medidas judiciais cíveis e penais cabíveis”.

Na carta de rescisão contratual por justo motivo, a Optat alega que “o senhor Juliano, em evidente estado alterado, proferiu diversas ofensas aos colaboradores da Optat. Ainda demonstrando claro descontrole emocional, alterou a voz por diversas vezes, inclusive ofendendo os presentes na reunião com ameaças infundadas”, conclui.

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Originalmente Publicado: 29 de Junho de 2022 às 04:00

Fonte: Uol.com.br