Mais cedo nesta terça, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, determinou que Monique Medeiros volte para a cadeia.

“Os desembargadores dizem que foi uma decisão híbrida e confusa, unidirecional. A Justiça não estava sendo feita. E não estou falando só do Leniel como pai, mas como cidadão. Eu luto todo dia por justiça pelo meu filho, para que a verdade apareça… Um ano e 4 meses… Talvez aqueles dois nunca falem”, acrescentou.

A juíza ainda escreveu que a acusação não imputa utilização de “Violência extremada” por Monique e que “não há nos autos nenhuma indicação de que a requerente tenha visto sequer qualquer dos atos violentos”.

Relaxamento de prisão para Jairinho negado O mesmo desembargador que mandou Jairinho para a prisão, Joaquim Domingos de Almeida Neto, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, negou na última sexta-feira um pedido de relaxamento de prisão para o Dr. Jairinho.

Além disso, aponta ser desnecessária e arbitrária a prisão de Jairinho, já que Monique foi agraciada com o benefício da prisão domiciliar monitorada.

O desembargador diz que o “Exame de violação do preceito que assegura ao jurisdicionado o direito razoável duração do processo deve ser feito caso a caso, não se jungindo apenas contagem matemática, sendo perfeitamente admissível dilatação que se faça necessária em função das circunstâncias próprias da espécie”.

Como o g1 noticiou, o convívio entre presas com as quais Monique dividiu a cela no Complexo Penitenciário de Gericinó, revelou gestão da Secretaria de Administração Penitenciária uma série de denúncias de episódios de violência, acusações e ameaças pelas detentas.

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Originalmente Publicado: 29 de Junho de 2022 às 00:18

Fonte: Globo