Os funcionários que trabalham na mansão do humorista e influenciador Carlinhos Maia, em Maceió, não têm nada a ver com o furto de itens valioso que ocorreram no local.

Os funcionários passaram a ser investigados porque, logo após o furto, foi levantada a hipótese de que os bandidos tiveram acesso a informações privilegiadas do imóvel, como onde ficavam guardados os itens de valor.

“Nós trabalhamos com muitos nomes e com muitas informações. Então as pessoas que não tinham envolvimento com o crime foram descartadas, como empresas de segurança e funcionários que prestam serviço ao empreendimento ou a própria vítima”, explicou o delegado responsável pelo caso, Lucimério Campos.

“A princípio ele imaginava que nós tínhamos apenas o vínculo dele com o carro, então ele tentava se desvencilhar do crime informando que tinha adquirido o carro depois do fato, mas depois que demostramos que o carro já estava com ele e que foi usado em um furto em outro estado, nós conseguimos convencê-lo de que a melhor oportunidade para ele era aquela e que desse pistas porque ele preso não conseguiria pegar as coisas”, pontuou o delegado Lúcimério Campos, que comandou a investigação.

“Sabendo disse, esperou o dia de chuva e foi progredindo ali, manuseando aquela escada até alcançar o apartamento da vítima, que havia estudado por 28 dias”, disse o delegado.

Parte do material foi devolvido a Carlinhos Maia que, segundo o delegado, ficou emocionado quando soube que os pertences foram achaos.

“A vítima ficou muito emocionada e informou que foi acusado de simular essa situação para ganhar visualizações e seguidores. Mas, de fato foi um furto, ele foi vítima de crime patrimonial e hoje vamos poder entregar os seus pertences e encerrar o inquérito. Acreditamos que vamos identificar mais dois suspeitos que ainda não foram identificados”, explicou Campos.

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Originalmente Publicado: 14 de Agosto de 2022 às 09:09

Fonte: Correio24horas.com.br