Americanos protestam contra restrições ao direito ao aborto em Tucson, no Arizona - Foto: GETTY IMAGES/via BBC. Uma lei criada no século 19 que determina a proibição quase total do aborto voltou a valer no Arizona, nos Estados Unidos.

A lei do Arizona anterior até mesmo fundação do Estado e inclui pena de dois a cinco anos de prisão para quem ajudar alguém a fazer um aborto.

A revogação da decisão nacional, no entanto, permitiu que a liminar fosse derrubada, o que aconteceu na sexta-feira, por decisão da juíza Kellie Johnson, do Tribunal Superior do Condado de Pima.

A decisão foi condenada pela Casa Branca como “Catastrófica, perigosa e inaceitável”, com um porta-voz destacando a falta de permissão para aborto para mulheres que sofreram estupro, para gravidez decorrente de incesto e para mulheres com condições médicas não-letais.

O Arizona governado por republicanos - Foto: GETTY IMAGES/via BBC. O Arizona, assim como vários outros Estados liderados por republicanos, aprovou uma legislação estadual proibindo o aborto após 15 semanas de gravidez.

A mudança no entendimento do Supremo americano já era esperada devido mudança de composição do tribunal, que passou a ter maioria de membros mais conservadores.

O governador do Arizona, Doug Ducey, disse que seria a proibição de 15 semanas, mas o procurador-geral republicano Mark Brnovich disse que deveria ser a proibição mais antiga.

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Originalmente Publicado: 25 de Setembro de 2022 às 11:25

Fonte: Globo