um DNA compatível com o agressor”, disse, nesta quarta, um dos médicos forenses que examinaram a jovem que acusa o jogador Daniel Alves de estupro no banheiro de uma boate em Barcelona, na noite de 30 de dezembro de 2022.

Em resumo, os psicólogos disseram a jovem teve estresse pós-traumático e que Alves tinha bebido o suficiente para apresentar alguns problemas motores, mas não o suficiente para não “Distinguir o bem do mal”.

Em relação ao DNA compatível ao do brasileiro, o médico informou que ele não foi obtido por meio de sêmen.

Sobre o machucado nos joelhos da vítima, um deles disse que “Estamos lidando com atrito, pode ser por queda, mas também ao esfregar em uma superfície áspera”.

Por outro lado, questionadas pela acusação, afirmaram que Alves não estava completamente confuso: “Ele conseguia distinguir o bem do mal. As suas capacidades cognitivas estavam ligeiramente afetadas, mas ele sabia o que estava acontecendo”.

Uma delas, o “Atenuante de reparação de dano causado”, foi o depósito de 150 mil na Justiça, que deverá ser revertido para a jovem, caso ele seja condenado.

Sem especificar o tipo de crime, um artigo estabelece que pode estar isento de responsabilidade criminal “Quem, no momento da prática do crime, encontre-se em estado de completa embriaguez devido ao consumo de bebidas alcoólicas”.

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Originalmente Publicado: 7 de Fevereiro de 2024 às 13:00

Fonte: www1.folha.uol.com.br