O adiamento do julgamento aconteceu depois que a defesa do suspeito questionou a parcialidade de uma das juradas para atuar no caso, por ter feito publicações a respeito do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A equipe jurídica alegou que a mulher não tinha condições para servir como jurada, uma vez que as suas opiniões não são compatíveis com a Lei Fundamental da Alemanha.

Após uma pausa na sessão, o tribunal concordou que não podem ser toleradas “Declarações fora do sistema legal” ou “Pedidos de homicídio” e decidiu que a sessão seria adiada.

Brückner não foi formalmente acusado do desaparecimento da menina, mas foi a investigação do caso que o levou ao julgamento por crimes sexuais.

O acusado cumpre atualmente uma pena de sete anos de prisão na Alemanha por estuprar, em 2005, uma americana, então com 72 anos, na Praia da Luz, a mesma localidade onde a família de Madeleine McCann passava férias.

Suas supostas vítimas foram uma septuagenária, amarrada e espancada em seu apartamento de veraneio; uma menina de 14 anos, que ele amordaçou em um pilar de madeira na casa dela, e uma irlandesa de 20 anos, cuja casa ele invadiu pela varanda.

Também acusado de abusar sexualmente de uma alemã de 10 anos em uma praia, em abril de 2007, meses antes do desaparecimento de Maddie, e exibicionismo a uma menina portuguesa de 11 anos.

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Originalmente Publicado: 16 de Fevereiro de 2024 às 13:06

Fonte: www.cartacapital.com.br