O preço do aluguel no Distrito Federal atingiu um novo recorde, impulsionado pela alta demanda e pela valorização de regiões com boa infraestrutura e segurança. O aumento reflete o aquecimento do mercado imobiliário local, que supera a média nacional em diversas categorias e acompanha a tendência de alta observada em outras capitais brasileiras. O levantamento considera contratos de locação residencial e comercial firmados nos primeiros meses de 2024.

Entre as regiões administrativas mais caras para alugar no DF, destacam-se:

Além dessas regiões, o Park Way, o Jardim Botânico e o Noroeste também apresentam aluguéis elevados, embora não figurem entre as primeiras colocações. O mercado imobiliário do DF é influenciado pela presença de servidores públicos com alta renda média, pela atração de novos moradores em função da estabilidade econômica da capital e pela limitação de oferta de terrenos em áreas nobres.

A alta nos aluguéis tem levado muitos moradores a buscar alternativas em regiões adjacentes, como Vicente Pires e Arniqueiras, onde o custo ainda é mais baixo, mas a infraestrutura de transporte e comércio vem melhorando. O mercado de locação na capital continua aquecido, e a tendência é de manutenção dos preços elevados no curto prazo.

O recorde nos preços dos aluguéis no DF reflete ainda a inflação acumulada no setor habitacional e o aumento do custo de vida. O índice é acompanhado de perto por inquilinos e investidores, que buscam opções em áreas em expansão como Ceilândia, Taguatinga e Samambaia, onde os valores ainda são mais acessíveis.

A tendência de alta é observada em praticamente todas as regiões administrativas do DF, mas a velocidade do aumento varia conforme a procura local. Especialistas apontam que a escassez de terrenos disponíveis em áreas consolidadas contribui para a pressão sobre os preços, e a expectativa é de que os aluguéis permaneçam elevados ao longo de 2024.