A acusação da pré-candidata Prefeitura de São Paulo Tabata Amaral de que o concorrente dela, Pablo Marçal, ladrão de bancos fundamentada em uma condenação que Marçal recebeu por participar de uma quadrilha que desviou dinheiro de instituições financeiras.

O pré-candidato integrava, conforme o Ministério Público Federal, uma quadrilha que praticava o crime.

O órgão sustentou, época, que Marçal era ligado a dois homens acusados de chefiar o grupo envolvido na irregularidade.

Marçal captava e-mails que seriam infectados com programas invasores e consertava os computadores usados pelos criminosos, conforme o Metrópoles verificou na investigação a que teve acesso época.

O motivo que se passaram mais anos do que a sentença em trânsito em julgado.

“Pablo Marçal, com essa mesma idade, fazia parte de uma quadrilha de roubo de banco”, acusou.

As acusações por meios digitais entre os dois tem outro episódio recente, no qual Marçal, conforme Tabata, insinuou que o pai dela morreu por culpa da pré-candidata.

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Originalmente Publicado: 5 de Julho de 2024 às 18:55

Fonte: www.metropoles.com